Pip era um cabritinho bem pequeno.
Ele morava em uma grande fazenda verde com seus amigos.
Pip gostava de pular e brincar o dia todo.
Ele tinha pelos brancos e macios e cascos pretos bem pequenos.
Toda manhã, Pip comia a grama verdinha e doce.
A grama ficava fresquinha e molhada sob o sol.
Pip balançava a cabecinha e mexia as orelhas.
Ele era um cabritinho muito feliz.
Um dia, Pip viu uma grande pedra marrom no campo.
A pedra parecia uma pequena montanha para ele.
Ele queria subir até o topo.
"Será que eu consigo?", Pip perguntou a si mesmo.
Ele deu um pulinho em direção à pedra.
Suas pernas pareciam um pouco fracas e trêmulas.
Pip tentou pular na lateral da pedra.
Ele escorregou e caiu de volta na grama.
Foi um belo tombo para um cabritinho tão pequeno.
Pip se sentiu um pouco triste e assustado.
A Mamãe Cabra se aproximou para vê-lo.
Ela lhe deu um empurrãozinho carinhoso com o focinho.
"Tente mais uma vez, Pip", disse ela.
"Você é um cabrito forte e corajoso."
Pip respirou bem fundo.
Ele correu rápido em direção à grande pedra marrom.
Pip pulou bem alto em direção ao céu azul.
Seus pés pousaram certinho em cima da pedra lisa.
Ele estava de pé bem no topo!
Pip se sentiu muito grande e orgulhoso.
Ele olhou para a fazenda inteira.
Ele viu o grande celeiro vermelho e a lagoa azul.
Pip soltou um balido alto e alegre.
Ele se sentiu como um rei no alto da sua montanha.
Um passarinho passou voando e cantou.
"Muito bem, Pip!", parecia dizer o passarinho.
Pip abanou seu rabinho curto.
Ele era o melhor saltador da fazenda.
Logo, o sol começou a se pôr.
Era hora de tirar uma longa soneca.
Pip caminhou de volta para o celeiro quentinho.
Ele estava cansado da sua grande aventura.
Ele se aconchegou perto da mamãe no feno.
O feno era macio e tinha cheiro de flores.
O cabritinho fechou os olhos.
Pip pegou no sono rapidinho e sonhou que estava pulando.



