O sol estava quentinho na fazenda. Um cordeirinho estava na grama verde.
O nome dele era Lucky. Lucky tinha uma lã branca e macia.
Ele olhou para o morro grande. Ele queria correr e brincar.
A mamãe dele estava comendo grama. Ela era uma ovelha grande.
— Fique perto de mim — disse a mamãe. — Eu vou ficar — disse Lucky.
Lucky viu uma borboleta azul. A borboleta voava rápido.
Lucky pulou por cima de uma pedrinha. Ele correu atrás da borboleta azul.
Ele passou pelo celeiro vermelho. Ele foi para perto da cerca alta.
A borboleta voou alto no céu. Lucky não conseguia mais vê-la.
Ele olhou ao redor do campo. Ele não viu a mamãe dele.
A grama era muito alta ali. Lucky se sentiu um pouco triste.
— Méé! Méé! — Lucky chamou bem alto. Ele esperou por um som.
Ele ouviu um som baixinho de volta. — Méé! Méé! — dizia o som.
Era a mamãe dele! Ela estava vindo procurá-lo.
Lucky correu bem rápido até ela. Ele encostou a cabecinha do lado dela.
— Eu estou aqui — disse a mamãe. — Que bom que você está seguro.
Eles caminharam de volta para a sombra. O sol ainda estava bem quentinho.
Lucky era um cordeirinho cansado. Ele se deitou na grama.
A mamãe dele ficou bem pertinho. Foi um dia muito bom na fazenda.
A fazenda estava bem tranquila agora. Os passarinhos cantavam nas árvores.
A grama parecia macia sob suas patinhas. Lucky gostava de dar pulinhos.
Ele era muito rápido para um filhotinho. Ele gostava de explorar o mundo.
A mamãe ovelha observava ele brincar. Ela tinha uma lã grossa e encaracolada.
A fazenda tinha muitos amigos. Tinha uma vaquinha e um porquinho.
Mas Lucky gostava mais da borboleta. Ela tinha asas que batiam rápido.
Lucky abanava o rabinho pequeno. Ele estava feliz por estar lá fora.
Quando se perdeu, ele ficou com medo. A fazenda parecia grande demais.
Mas a mamãe dele nunca estava longe. Ela sempre ouvia o chamado dele.
Eles comeram um pouco de trevo docinho juntos. O trevo tinha gosto de mel.
Lucky estava contente de estar com a mamãe. Ele ia ficar por perto agora.
O sol começou a se pôr. O céu ficou rosa e alaranjado.
Era hora de as ovelhas descansarem. Elas caminharam até o celeiro aconchegante.
Lucky se sentia quentinho e amado. Ele era mesmo um cordeirinho de sorte.



