O sol brilhava alto sobre o mar cintilante enquanto Leo e sua irmã mais nova, Maya, caminhavam pela areia quente. Leo carregava um balde azul pesado, cheio de ferramentas, enquanto Maya segurava várias pedrinhas lisinhas que havia encontrado perto do estacionamento. Eles tinham apenas um objetivo naquela tarde: construir o castelo de areia mais incrível que a enseada já tinha visto.
Eles encontraram o lugar perfeito, onde a areia estava úmida, mas não encharcada. Leo começou cavando um buraco fundo para juntar a areia grossa e pesada necessária para a fundação. 'Precisamos de uma base bem firme', explicou ele, batendo com as costas da pá em um grande monte quadrado. Maya concordou e começou a buscar água na beira do mar para manter a areia moldável. Se a areia ficasse seca demais, as torres se desmanchariam como poeira.
Com o passar da tarde, o castelo começou a ganhar forma. Tinha quatro torres altas, feitas empilhando baldes de areia com cuidado e levantando-os rapidamente. Maya usou suas pedras para criar uma escadaria imponente que levava até o portão principal. Ela até encontrou um pedaço comprido de alga marinha verde para servir de bandeira, tremulando no ponto mais alto. As crianças estavam tão concentradas no trabalho que nem perceberam a maré subindo aos poucos.
De repente, uma onda traiçoeira invadiu a praia, espalhando uma lâmina d'água ao redor da base da fortaleza. 'O fosso!', gritou Maya. A água começava a desgastar a parte de baixo das torres. Trabalhando juntos, Leo e Maya cavaram depressa uma vala profunda ao redor do castelo para desviar a água. Depois, juntaram mais areia para erguer uma barreira protetora bem resistente.
Quando a onda seguinte chegou, a barreira aguentou firme. Os irmãos comemoraram batendo as mãos, sujas de areia e sal. O castelo deles não era apenas bonito; era forte de verdade. Eles passaram o resto do dia fazendo janelas e enfeitando as paredes com conchas, orgulhosos de tudo o que haviam construído juntos antes do sol se pôr.



