Barnaby era um unicórnio muito especial.
Ele não era feito de pelos macios.
Barnaby era um unicórnio robô brilhante.
Ele tinha rodas grandes em vez de cascos.
Na cabeça, Barnaby tinha um chifre luminoso.
Seu chifre podia acender e buzinar como um carro.
Barnaby queria almoçar no prado verde.
Mas Barnaby não comia grama verde.
Ele gostava de comer parafusos e porcas de metal gelado.
"Croque, croque, bipe!", disse ele, muito feliz.
Depois, Barnaby quis correr com os outros cavalos.
Os cavalos galopavam rápido pelas colinas.
Barnaby tentou rolar atrás deles com suas rodas.
Suas rodas faziam nheco, nheco, nheco na grama.
De repente, Barnaby sentiu uma cócega no nariz.
Seu nariz de metal começou a tremer.
"Atchim!", Barnaby soltou um espirro bem grande.
Ele não espirrou poeira.
Do seu chifre saíram confetes brilhantes e coloridos.
Estrelas cintilantes voaram pelo ar.
Os outros cavalos pararam e olharam.
Todos começaram a rir e a pular.
Barnaby era o unicórnio robô mais engraçado do mundo.
Ele tocou uma musiquinha alegre e continuou rodando.



