Pip era um monstrinho azul. Ele tinha pelos macios e dois chifres bem pequenos.
Pip adorava construir torres grandes. Ele usava blocos vermelhos e amarelos bem brilhantes.
Um dia, a torre dele ficou muito alta. De repente, a torre caiu no chão com um barulhão.
Pip sentiu uma quentura por dentro. O rosto dele ficou vermelho vivo.
Ele teve vontade de bater os pés no chão. Ele teve vontade de soltar um rugido bem alto.
"Estou muito bravo!", Pip gritou. Ele se sentiu como uma grande tempestade.
A mãe dele viu tudo. Ela foi até lá e se sentou ao lado dele.
"Não tem problema ficar bravo", disse ela. "Mas nós podemos ajudar o seu corpo a ficar calmo."
"Puxe uma respiração bem funda", disse ela. "Solte o ar como se fosse um vento suave."
Pip puxou uma grande respiração. Ele soltou o ar devagar.
"Agora, conte até cinco", disse a mãe dele. "Um, dois, três, quatro, cinco."
Pip contou nos seus dedos fofos. Aquela sensação quente começou a ir embora.
O rosto dele não estava mais vermelho. Ele se sentiu fresquinho e tranquilo por dentro.
"Obrigado, mamãe", disse Pip. Ele deu um abraço apertado nela.
Depois, Pip pegou um bloco amarelo. Ele começou a construir uma nova torre.



